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Por José Joacir dos Santos. Fotografia de  pintura particular do autor do texto.

Fazia muitos anos que tinha comprado aquela árvore de Natal, feita de plástico reciclável e produzida na China. Ao longo do tempo fui adicionando bolinhas coloridas, de forma que a árvore parecia linda. Meus gatos derrubaram a árvore algumas vezes e comecei a desconfiar da energia dela porque os gatos sabem identificar isso muito bem e a rejeitam imediatamente. Mas, deixei pra lá. Nas vésperas deste Natal, resolvi montar a árvore novamente.

A minha intuição começou a chamar minha atenção. A voz interior repetia: tem certeza de que quer manter esse objeto? Como me recordo bem daquele ditado segundo o qual na dúvida não ultrapasse, resolvi medir a energia da minha velha árvore de plástico. Tão logo direcionei o aurímetro para a árvore, pronto. O aurímetro não achou nenhuma energia vital no objeto examinado. Aí você questiona que aquilo é só um objeto simbólico inventado pelo ocidente para “celebrar” o Natal. Mas o meu ser me recorda de um conhecimento muito antigo: cuidado com os objetos de adoração e veneração. Tudo o que você colocar sua intenção, a sua energia estará completamente lá.

Um dos livros (é mais uma brochura que livro) que mais me emocionou nos meus não sei quantos anos de idade foi “A visão de Theophilus”. Essa figura fantástica foi o Patriarca de Alexandria, Egito (da igreja ortodoxa cristã, equivalente ao papa de Roma), que viveu entre os séculos 385 e 412 d.C. Muito dedicado, religioso e respeitado, Theophilus teve uma visão com a Virgem Maria (mais de 400 anos depois da crucificação de Jesus) na qual ela lhe contou, em detalhes, tudo o que viveu no asilo, no Egito, que foi obrigada, ao lado de José, para proteger o menino Jesus do assassinato em massa promovido pelo representante romano na Judeia, Herodes.

O depoimento de Theophilus, traduzido em inúmeras línguas, foi passado de boca em boca e sobreviveu séculos antes de ser colocado no papel. A igreja ortodoxa tem uma enorme tradição oral. Nele, Theophilus conta que a Virgem Maria disse-lhe, entre outras, que quando a família se aproximava de templos dedicados aos ídolos pagãs do antigo Egito, basicamente aqueles venerados pelos faraós e em tabela pelo povo, os templos começavam a desmoronar e os ídolos caíam no chão. Jesus era apenas uma criança, mas já produzia efeitos físicos e a família chegou a ser expulsa de alguns vilarejos depois do desmoronamento de templos. Ao contar isso, a mãe de Jesus diz que muitos daqueles ícones eram ocupados for espíritos devotos do outro lado da luz (lembre-se dos inúmeros anjos caídos que desceram para a terra junto com o mestre deles, que perdeu o paraíso, e continuam aqui). Eles ocupavam os ídolos para poder roubar a energia dos devotos daqueles ídolos, muitos deles inocentes e analfabetos.

Quando morei no Nepal, fiz amizade com muitos monges budistas e cravava eles de perguntas. Comprei duas estátuas de Buda e convidei um monge amigo para almoçar na intenção de pedir a ele que benzesse as estátuas como se faz na igreja Católica. Pacientemente o monge me disse que não poderia benzê-las porque elas tinham que passar por uma cerimônia e o mestre da cerimônia teria que preencher todos os espaços ocos das estátuas com rosas, ervas, incensos, mantas, e depois serem seladas para sempre. Só depois desse ritual elas poderiam ser veneradas ou simplesmente relacionadas a momentos de oração já que budistas não adoram imagens (elas servem como espelho). Jamais deveríamos ter imagens ocas em casa e nem nas igrejas ou templos. Ele me explicou exatamente o que a Virgem Maria disse ao patriarca Theophilus há 16 séculos atrás: anjos caídos não eram pobrezinhos ignorantes. Eram muito bem treinados por seus mestres na arte da maldade, da manipulação, da ocupação de espaços, inclusive dentro do nosso próprio corpo. Eles invadem igrejas, templos e qualquer lugar de oração e veneração que não seja cuidadosamente protegidos. Eles precisam da energia física humana para permanecer na crosta terrestre.

Diante disso, com a prova do aurímetro acusando que a árvore era negativa (a energia do plástico), resolvi despachar a minha antiga árvore para o carro de lixo. As bolinhas, embora de plástico, benzi uma a uma e as utilizei como decoração apenas, não como objeto de devoção. Debaixo das árvores a gente costuma colocar presentes, com intenção amorosa e essa energia dá o poder à árvore, seja ela de plástico ou o pinheiro cortado como se faz na Europa e EUA. Já existem vendedores que não cortam o pinheiro, vendem com raiz e tudo e a árvore pode, assim, ser plantada depois do Natal. Quem tem condições, que faça isso. O pinheiro vivo tem a energia vital universal.

21/12/2025 joacirpsi@gmail.com

 

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