Centro Oriental Kuan Yin

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Bonito, jovial, saudável e alegre, meu pai biológico veio, em espírito, até o quarto onde eu estava deitado, acompanhado de outro espírito, uma mulher. Ela conduzia o nosso encontro do mesmo modo que faz um terapeuta. Ela me perguntou se eu sentia que um dos aspectos mais falhos na minha infância teria sido a falta de abraço do pai. Respondi positivamente. Então, meu pai, carinhosamente, se deitou sobre mim e me abraçou profundamente. Também o abracei e ali choramos juntos. A terapeuta disse que ficássemos o tempo que fosse necessário, apesar do tempo espiritual ser muito mais veloz. Ele sentou-se ao meu lado e, de mãos dadas, me convidou para ir com ele até o lugar onde ele deveria reencarnar – eram 4 da manhã do dia 28 de dezembro de 2009. A terapeuta mandou que segurássemos firmemente nas mãos um do outro e voamos pelo espaço, acompanhados e envolto em uma espécie de transporte eletromagnético – não é em um vôo. A gente é transportado. Esses vôos as vezes parecem longos e começa a dar uma sensação de que não terminará, mas, finalmente, pousamos em uma pequena cidade de Minas Gerais, cujo nome tem quatro letras. Caminhamos até a casa onde ele deveria reencarnar. Ele parecia jovem e feliz, contando piadas no estilo que era antes de falecer. Eu estava em estado de êxtase, sem acreditar muito que aquilo estava ocorrendo, mas feliz. Ele andava na frete do grupo, ansioso. Naquele momento, eu tinha muitas perguntas a fazer sobre o processo de reencarnação, porque não se encaixava nos processos convencionais, de acordo com a literatura existente, mas não dava mais tempo. Ele tinha que reencarnar naquele instante. Não sei se foi ele quem escolheu ou se foi forçado a isso, mas o certo é que ele queria concretizar logo e a futura mãe já estava em trabalhos de parto.

Ainda era noite naquela cidade mineira – nesta vida ele nunca foi a Minas Gerais. Chegamos na pequena casa de poucos cômodos, mobília simples, tudo muito limpo. Apesar de ser noite e tudo estar escuro, não tínhamos problemas de ver tudo com clareza. Minha curiosidade ascendeu e comecei a olhar os poucos quadros na parede para ver alguma coisa da família mas fui chamado à atenção. Não havia mais tempo e eu só estava ali porque meu pai havia solicitado, do mesmo jeito que ele fez quando faleceu: foi ao meu encontro na Indonésia, três horas depois de falecido, para me acordar e dizer que havia falecido. Meu pai foi levado para o quarto do casal, não houve tempo para abraços e despedidas nem havia motivo para isso. Eu estava muito feliz com aquele momento privilegiado. Não tive acesso e nem sei como isso se processou. Fui levado para fora da casa onde haviam muitos espíritos, todos vestindo branco, ninguém que eu me lembrasse conhecer. Ninguém dirigiu uma só palavra para mim, era como se eu não estivesse ali. Todos estavam em pé, em silêncio, como se estivessem em oração, virados na direção do quarto do casal. De repente ouvi um barulho dentro da casa, e o choro do bebê fez todos os espíritos aplaudirem. Nunca tinha visto ninguém aplaudir um nascimento nem sei porque meu pai teve esse merecimento ou se é assim a cada reencarnação. Fiquei muito emocionado naquele momento. Ninguém teve a permissão de entrar na casa. Fui para o lado da frente da casa, querendo achar o nome da rua, algo assim. A família tinha acordado e pude ver o filho mais velho, de cerca de doze para treze anos, abrindo a porta da frente. O dia estava amanhecendo. O espírito que me conduzia disse, baixinho: seu pai vai ser o quinto filho dessa familia e já está na hora da gente voltar para o seu corpo. Sem que desse tempo de pensar, começamos a voar de volta para minha casa. Dei um última olhada na cidadezinha mineira, que nunca estive nela nesta vida.

No caminho de volta, perguntei ao espirito que me conduzia: O senhor é meu mentor? Ele disse: não, sou apenas um condutor de viagens astrais deste tipo. Ele era alto, não tinha roupas nem genitálias e sua cor era meio translúcida – ou eram as “roupas” que eu não conseguia distinguir. Não estávamos em um transporte convencional, como aconteceu várias vezes, mas éramos cercados eletromagneticamente e protegidos. Talvez eu não tivesse a permissão de ver os detalhes desse meio de transporte – mas não posso narrar tudo. Tivemos que baixar em uma região de planície onde haviam outros espíritos e este lugar seria algo como um lugar de transferência. Ali fui entregue a outro condutor. Perguntei o por quê da troca e ele me disse: estou habilitado para navegar em regiões muito frias da terra nesta época de inverno no norte da terra. Ele bateu levemente nas minhas mãos e senti meu corpo astral adormecer. Ao ser devolvido ao meu corpo físico, o condutor ainda disse: levante e vá ao banheiro para você se firmar no corpo.

Esta viagem astral foi um prêmio, um presente que nunca imaginei receber. Todos os meus conhecimentos sobre reencarnação foram resumidos e ao mesmo tempo ampliados. Já tinha a certeza mas nunca imaginei presenciar uma e de uma pessoa tão próxima. Meu pai biológico não era uma pessoa fisicamente próxima, mas depois que faleceu teve outro comportamento e se fez presente muitas vezes na minha vida e até teve o merecimento de mandar recados por médiuns – assim como o meu avô paterno, do lado da minha mãe biológica. Um fato me chamou à atenção: ele escolheu nascer sendo o quinto filho da família, exatamente do jeito que eu nasci, o quinto. É muito cedo para saber se haverá algum desenvolvimento no futuro ou se isso encerra o nosso karma. O futuro dirá. jjoacir@gmail.com

Por José Joacir dos Santos

Meu pai biológico reencarnou ontem, 28 de dezembro de 2009

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