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Sinais de doenças através do sistema emocional

Fitoterapia/ Medicina Oriental/ Outros Assuntos/ Psicologia e Psicossomática/ Terapia Floral/ Terapia Reiki/ Vidas Passadas

Por Jose Joacir dos Santos (*)

A medicina psicossomática nos ensina que o processo de adoecimento tem uma cadeia hierárquica e que as doenças começam a se formar através de uma ou mais, ao mesmo tempo, destas emoções: medo, estresse, luto, raiva, tristeza e depressão. Não necessariamente ocorrem uma após a outra e tudo depende da intensidade, da frequência com que ocorrem, da estrutura emocional do indivíduo e da herança genética. Um fator que a ciência ainda reluta em aceitar, mas que já há provas suficientes de que desempenha forte papel nesse processo é a questão espiritual – a relação entre o indivíduo e o universo astral, inimigos desta vida ou que já faleceram. Nada se separa. Tudo faz parte do todo. As religiões podem atrapalhar, bem como o nível educacional e social da pessoa. Escolas militares ou religiosas podem criar padrões de comportamento específicos e fora do contexto social. A criança pode crescer olhando o mundo sob o prisma militar ou religioso enquanto a sociedade ao redor é multicultural, diferente do que a criança é ensinada em casa. Há gatilhos, por exemplo:

– Medo prolongado, repetido, admirado (eu tenho medo de barata… O indivíduo faz questão de manter o medo para chamar atenção); O estupro é um medo prolongado… A perseguição de um chefe etc.

– Estresse longo, não desativado corretamente, silencioso, ignorado, por exemplo, um ambiente de trabalho tóxico, onde a chefia colabora para manter o controle (doentio, fofocas, desvalorizaçãp do funcionário etc.) de tudo;

– Luto infindável. Recorrência a lamentação e desejo de retorno da pessoa falecida; Luto para chamar a atenção dos outros;

– Raiva prolongada ou incentivada, não tratada; A pessoa raivosa usa palavras fortes para as mínimas coisas, por exemplo: odeio isso….

– Tristeza sem fim, incentivada, cultivada, chantageada; Há pessoas que gosta do estilo sofrência, negativa, derrotista,  sem saber do que está se alimentando emocionalmente a cada sofrência alimentada; A música que fala de drama, de separação, inveja, ciúmes, tristeza e que a pessoa canta ou escuta como se fosse algo bom para a sua alma. Mas, o cérebro registra…

– Depressão. A depressão pode sair do controle. Já nos primeiros sinais o indivíduo deve procurar grupo de apoio e ajuda profissional. A depressão pode servir de esponja para as demais doenças de origem emocional. Tudo pode ver ‘a tona.

A hierarquia pode acontecer assim: nível mental, emocional, espiritual para depois se estabelecer no corpo físico ou ao mesmo tempo nos demais corpos.

Medo – Nível mental – Falta de coragem, ansiedade, teimosia, preso a coisas do passado ou memórias inesperadas de passado sofrido, desejo de lutar ou fugir, crise de pânico, fobias inesperadas;

Níveis mental e físico ao mesmo tempo – a) Doença aguda: Pressão alta ou muito baixa, prisão de ventre, diarréia; b) Doença crônica: alergias, eczema, síndrome do intestino irritável, tensão muscular, câimbras; c) Doença incurável: síndrome de Crohn, câncer do colón, anal e retal.

Estresse – Nível mental – Sentimento de estar sendo ameaçado ou perseguido, sustos, crise de ciúmes, falta de empatia e compaixão, pensamento obsessivo (fixo); Níveis físico e mental ao mesmo tempo: desmaios ou sensação de desmaio, triglicerídeos altos (hipertrigliceridemia), geralmente acima de 150 mg/dL (indicam excesso de gordura no sangue, causado principalmente por dietas ricas em carboidratos, açúcares e álcool, além de sedentarismo e genética), insônia, taquicardia, inquietação física ao deitar (rolar de um lado para outro); Doença crônica – sintomas de adoecimento cardíaco, úlceras, tumores benignos, ansiedade, Doença incurável: câncer no ovário, doenças autoimunes, câncer de próstata ou de pulmão;

Luto (tristeza profunda) – Chorar por qualquer motivo, falta de focar no momento presente, mente fechada ou apegada a antigas crenças sem fundamento; a) Doença aguda – Insônia que já provoca sinais escuros ao redor dos olhos; vai para a cama e não dorme, mesmo canado (a), rolando de um lado para outro; b) Doença crônica – adoecimento dos ossos e da tireóide; c) Doença incurável – aprofundamento das doenças cardíacas, diabetes, tendência para AVC;

Raiva – Desrespeito para com os outros, egoísmo, culpa os outros pelos próprios erros, aponta os outros ou falso (a) justiceiro (a) – a) Doenças agudas – Inflamações diversas e frequentes, acne, furúnculos, febres; b) Doenças crônicas – Dores na cabeça, refluxo ácido, cistos, glaucoma; c) Doenças incuráveis – cegueira, infarto do miocárdio, doenças estomacais e do fígado;

Tristeza – Nível mental – Indecisão constante, para qualquer coisa, compulsividade em vários níveis; a) Doenças agudas – pavio curto, indigestão, crescimento dos tubos intestinais (barriga); b) Doenças crônicas – obesidade, edemas; c) Doenças incuráveis – Câncer de mama, aprofundamento das doenças do fígado;

Depressão – Nível mental – A pessoa não gosta de si mesma. Odiar é a palavra que vem em cada frase, especialmente contra seu corpo, sua vida, seus relacionamentos, seu trabalho, seu país. Pode cometer agressões com usar piercings, tatuagens etc. Começa a ter pensamentos suicidas, sofre lapsos de memória, esquece nomes, contas a pagar etc. a) Doenças agudas – Cansaço, dores nas articulações, não consegue dormir e descansar, dor nas costas; b) Doenças crônicas – Fibromialgia, artrites, problemas de circulação sanguínea; c) Demência, Alzheimer, paralisia de Bell.

(*) pós-graduado em Psicossomática

joacirpsi@gmail.com

05/abril/2026

Floral auxilia na hipertensão de ordem emocional

Terapia Floral

CAPIM LUZ

Por José Joacir dos Santos

Até poucos anos atrás, as pessoas saíram dos consultórios médicos com medicamentos para hipertensão e acabavam adoecendo com os efeitos das contra-indicações desses medicamentos – a maioria afeta fígado, baço e pâncreas.  Quanto mais prolongado o tratamento, pior. Hoje, sabemos que a hipertensão tem causas emocionais profundas, alimentadas por estresse, medo, mania de perfeição, preocupações exageradas com coisas simples e irritabilidade acumulada – natural em algumas pessoas com desequilibrio físico no fígado e vesícula biliar. Apenas 5% dos casos teriam causas físicas e necessitariam de medicamentos, que os médicos ainda afirmam que são para sempre.

Estresse é o grande causador da pressão alta e de outras doenças e se aliam fácilmente aos males de ordem emocional. O estresse aumenta o ritmo cardíaco, o medo sobe a pressão, o perfeccionismo acelera os dois e as preocupações exageradas por pequeñas coisas servem como bucha de canhão. Esses ¨ingredientes¨ se aceleram com a irritação fácil ou a irritação vem de uma causa física. Essa receita é perfeita para o desequilibrio da tensão arterial – um passo para outras doenças. Uma vez estabelecida a conexão emocional, o corpo físico reproduz a doença por conta própria, mesmo quando a pessoa está dormindo.

Cerca de 95% das pessoas afetadas necessitam mudar o estilo e o ritmo de vida: fazer o que gosta, com quem gosta, onde gosta, mas essa mudança, como qualquer mudança na vida, é um processo lento e para algumas pessoas quase impossível. Isso fica complicado para quem é servidor público, por exemplo, que nem sempre consegue conciliar o trabalho com o prazer, já que as funções públicas são, quase sempre, inseridas em casas de maribondos: chefes ruins, infelizes, que estão no cargo por questões políticas e por isso odeiam o que fazem. Em consequência, passam a atormentar quem estiver sob sua responsabilidade administrativa. A falta de exercícios físicos é também um fator fundamental. É uma porta aberta ao estresse. A hipertensão pode mascarar muita coisa. Inúmeras pessoas sofrem desse mal sem sequer se dar conta.

As condições do ambiente de trabalho também são importantes para o bem-estar ou para alimentador o estresse e a doença. Em recente viagem a Campina Grande, Paraíba, tive que ir a um escritório da Receita Federal. Fiquei impressionado com as condições de trabalho ruins dos servidores: salas escuras (para economizar energía), apertadas, várias pessoas trabalhando na mesma sala, mobiliário inapropriado (dava a sensação de claustrofobia ao público), equipamentos velhos e desatualizados, pouca circulação de ar fresco, etc.

Além da mudança para um estilo de vida mais relaxado e prazeroso, a terapia floral é um grande auxílio, sem contra-indicações, no tratamento da hipertensão. Evidentemente que cada caso é um caso. Na Europa até médicos encaminham pacientes com hipertensão para o uso de florais, que são vendidos em farmácias, supermercados e lojas de produtos naturais porque não são compostos medicamentosos. A fórmula deve conter essências para estresse, medos conhecidos e desconhecidos, perfeccionismo, preocupações exageradas por pequeñas coisas e irritabilidade à flor da pele, que todo terapeuta floral conhece na palma da mão.

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